E tudo e tudo e tudo.
Diagnóstico: oniomania aguda!
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26.11.09
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The way you stared at me when I close my eyes, then you closed your eyes and I stared at you How perfectly your hand fit in mine. How you always made fun of me - I secretly loved it.
*
How much you made me love you!
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26.11.09
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20.11.09
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16.11.09
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Acabamos por percorrer distâncias enormes, com a música muito alta, ao som abafado de conversas sem interesse. Queríamo-nos conhecer para além do superficial. Rompemos a estrada à mesma velocidade que os nossos pensamentos nos acompanham. A paisagem em arvoredo acabou por substituir a nossa conversa. Na verdade, não havia tema nem razão para estarmos a percorrer aquela distância. Eu gostava tanto de te poder amar sem limites. Mas como? - Se nunca nos deixamos precipitar. Enquanto estiver distante acreditarmos que um dia deixaremos de ser interessantes. Não será possível tornar o amor desinteressante. E que interesse haverá nisso? Quando te toco nos teus pensamentos, já cai a noite na estrada, nascem as estrelas no céu, e eu penso que a minha alma só a ti te pertence.
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16.11.09
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E de repente, olho e aquela cabine, é o sítio mais doce do mundo, e não resisto mais ao riso, pela lembrança que me invade, disfarço-a com mais um sorriso, e sei que estou a ser mal interpretada - por ti - mas a vida é feita disto, de pequenos jogos de olhares, seduções, momentos persistentes. Deixo de te olhar; delicio-me uma outra vez. Lembra-me momentos que vivi contigo, quando te amava, em segredo, além dos quais não pude ir mais longe. Momentos arquivados no ontem, que no amanhã continuaram a fazer sentido desdobrar e [re]viver.
A pergunta a fazer é, inevitavelmente: Quando julgamos amar, ou melhor, quando nos apaixonamos por alguém, por que é que nos apaixonamos verdadeiramente? Não interessa o sítio, a hora ou o local. É como um envelope de correio ausente de destinatário. O paradeiro é incerto, o coração desconcertado e eu juro que é possivel transformar o banal, afinal, no sítio mais doce do mundo. E será isso banal, ou uma verdadeira banalidade tentar fazê-lo de outra forma?
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12.11.09
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7.11.09
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Intimacy is a four syllable word for here is my heart and soul, please grind into hamburger, and enjoy. It's both desired, and feared. Difficult to live with, and impossible to live without.
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6.11.09
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O Espaço Tintin fica na Avenida de Roma, 39 A. e não é mais que um café/bar dedicado ao herói de BD criado por Hergé.
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5.11.09
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4.11.09
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Faltam 56 dias para o Natal, tempo de sobra para reservarem já este «este-pedaço-de-mau-caminho» [Aka: George Clooney] como prenda para mim.
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30.10.09
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22.10.09
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14.10.09
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Esta mania de nos apaixonarmos avulso sempre pelo que é fácil, deixa-me louca!
[Proibitiva!]
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13.10.09
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Ficava horas a rodopiar o telemóvel à espera que acontecesse.
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13.10.09
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10.10.09
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Porque somos umas incompreendidas, tudo o que facilite a leitura - Ajuda!
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7.10.09
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Gosto do cheiro do pão quente, do eucalipto, dos pinhais verdes, do sexo, da terra, do mar fresco, da neblina, do café com pau de canela, do cheiro dos livros velhos, da hortelã, de raspas de lima, do aroma do chá de caramelo, da gasolina, da lenha a arder. Gosto!
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2.10.09
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1.10.09
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Nas franjas de uma Alfama tão lisboeta encontramos o Kuta Bar.
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30.9.09
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A triagem foi feita. Seguiu-se o processo de empacotagem.
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16.9.09
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Quanto mais me ignoravas, mais eu me lembrava [de ti].
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14.9.09
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Sempre pensava no mar como la mar, que é o que o povo lhe chama em espanhol, quando o ama. Às vezes, aqueles que gostam do mar dizem mal dele, mas sempre o dizem como se ele fosse mulher. Alguns dos pescadores mais novos, os que usam bóias por flutuadores e têm barcos a motor, comprados quando os fígados de tubarão davam muito dinheiro, dizem el mar, que é masculino. Falavam dele como de um antagonista, um lugar, até um inimigo. Mas o velho sempre pensava no mar como feminino, como algo que entrega ou recusa favores supremos, e, se tresvariava ou fazia maldades era porque não podia deixar de as fazer. A lua influi no mar como nas mulheres, pensava ele.
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23.8.09
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21.8.09
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É à prova de água, de choque, de compressão e ainda resiste ao frio!
[falha não vir kitado para reagir à tua ausência]
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18.8.09
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Gosto dos homens certinhos. E dos loucos, também.
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A primeira impressão é sempre a primeira impressão. *
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2.8.09
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Eu gosto do claro... quando é claro que você me ama Eu gosto do escuro... no escuro com você na cama Eu gosto do não... se você diz não viver sem mim Eu gosto de tudo... tudo o que traz você aqui Eu gosto do nada... nada que te leve para longe Eu amo a demora... sempre que o nosso beijo é longo Adoro a pressa... quando sinto sua pressa em vir me amar Venero a saudade... quando ela está pra terminar Eu gosto da falta... quando falta mais juízo em nós E de telefone... se do outro lado é a sua voz Adoro surpresas... sem datas
Chega mais cedo amor, eu finjo que eu não esperava. *
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2.8.09
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(...) e já agora, para que a felicidade fique completa mandem também vir uma barrigada de
marshmellows!
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28.7.09
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Uma boa dose de pózinhos perlim pim pim para todos... porque a magia é componente essencial para a felicidade.
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Sabes do que eu tinha medo?
Medo sem te poder dizer que o sentia.
Medo de te perder.
[Tanto]
Medo de te perder.
De te ver partir.
De sentir saudades na tua fuga.
De imaginar os meus dias sem ti.
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27.7.09
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Há 40 anos atrás, alguém a saboreou mas nunca revelou o seu sabor...
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Quem disse que nesta foto apenas se consegue ver pernas...?
Para mim está bem explícito um convite aos Prazeres da Carne.
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16.7.09
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Um simples acto de ir comprar castanhas e estas virem acondicionadas num pacote estampado com o símbolo da Chanel ou da Louis Vuitton, não terá certamente o mesmo sabor.
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Quero um pouco de água fresca e uma pêra doce.
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7.7.09
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Sempre ouvi dizer que não há sábado sem sol, domingo sem missa nem segunda sem preguiça.
Comprovado!
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6.7.09
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The way you are
The way you do
The way you breathe
The way you play
The way you feel
The way you touch
The way you entry to my mind
The way you smile
The way you talk
The way you kiss
The way you love
The way you look
The way you walk
The way you entry to my mind ...
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30.6.09
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Que isto dos pequenos-amores é uma mentirinha mal amanhada por alienação dos grandes-amores que nunca chegam a acontecer, já se sabia! *
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Saudades do silêncio. Desse silêncio solar. Saudades de palavras. Das tuas palavras. E de canções. De fazê-las tuas. E mais minhas.
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